segunda-feira, 2 de agosto de 2010

São João Maria Vianey (o Cura d´Ars), terceiro franciscano


São João Maria Vianney. Sacerdote pároco de Ars, da Terceira Ordem (1786- 1859). Canonizado por Pio XI, em 31 de maio de 1925.

João Maria Vianney nasceu em 08 de maio de 1786 em Dardilly, perto de Lion, filho de Mateus e Maria Beluze. Sua infância foi marcada pelos acontecimentos trágicos da revolução francesa. Em 1799, recebeu a Primeira Comunhão clandestinamente em uma casa particular e de sua própria mãe,a instrução religiosa.

Por causa de seu ardente desejo de ser sacerdote, enfrentou uma dura luta para ter êxito nos estudos, por que sua intelectualidade estava abaixo da média. Mas, o amor às vezes consegue mais do que o talento. Era enorme seu amor pelas almas.

A 13 de agosto de 1815, depois de enormes dificuldades, que pareciam insuperáveis por causa dos obstáculos que havia encontrado nos estudos, foi ordenado sacerdote.

No início de 1800, inesperadamente brilhou uma nova luz em toda a França, passado o furacão napoleônico, que havia deixado ruínas materiais e espirituais por toda parte.

Em 1818 João Maria tinha 32 anos e os superiores, pela escassez de sacerdotes, confiaram-lhe a paróquia de Ars, um lugar afastado, onde nenhum sacerdote havia desejado ficar.

Ele lá chegou como um bom filho de São Francisco, humildemente, a pé, como um pobre entre os pobres e logo tentou conquistar aquelas almas. 0 espírito franciscano que havia assimilado na Ordem Terceira da Penitência, o sustentou e o guiou no ministério pastoral.

Em seu confessionário, ondeàs vezes sustentou lutas corpo a corpo com o inimigo, permanecia até 18 horas diárias, convertertendo- se em uma espécie de altar da misericórdia, onde começaram a acorrer pessoas de todas as partes da França e da Europa.

O Santo Cura D’Ars nunca saiu ao vestíbulo para chamar as pessoas, nem correu pelas ruas para agitar a indiferença dos paroquianos e nunca os reprovou. De joelhos diante do tabernáculo e da imagem da Virgem, permanecia longo tempo em oração, comendo apenas o necessário para viver, dormindo poucas horas durante a noite.

Ainda que detraídos e despreocupados, os paroquianos começaram a acudir e vendo o Pároco ajoelhado, ajoelhavam-se também, e rezavam com ele. Antes de dois anos Ars converteu-se em caminho de peregrinação de todas as partes da França e da Europa.

0 sacerdote tardio de inteligência, que no primeiro momento não havia tido licença para exercer o ministério da confissão, converteu-se no confessor dos mais obstinados pecadores, e em Ars encontraram a luz da fé. Os peregrinos acorriam antes de amanhecer à aquela igreja que trinta anos antes se encontrara vazia:

“Diga-me onde está Ars, e eu lhe indicarei o caminho do céu”, havia dito São João Maria a um pastorzinho antes de chegar à sua paróquia. O caminho do céu ele havia indicado a milhares de almas, e também se mostrou àquele pastorzinho, que pouco dias depois da morte de seu Pároco o alcançou no céu. O Santo morreu em 4 de agosto de 1859, aos 73 anos.

(Fonte: http://www.ffb.org.br)

A dor de uma perda…

Só as imagens deste lindo vídeo já nos falam tudo o que se poderia falar sobre a dor da perda de alguém que nos é querido. Não é a toa que São Francisco e Santa Clara de Assis compreendiam os animais e eram por eles compreendidos.

Escola da Fé – Pe. Paulo Ricardo responde a telespectador protestante!

domingo, 1 de agosto de 2010

PAPA NO ANGELUS: QUEM CONFIA NO SENHOR TEM UM CORAÇÃO SÁBIO



Castel Gandolfo, 1° ago (RV) - Bento XVI presidiu a oração mariana do Angelus, deste domingo, no pátio interno da residência apostólica, em Castel Gandolfo.

O Papa recordou que nestes dias celebramos a festa de alguns santos, como Santo Inácio de Loyola, fundador da Companhia de Jesus, festa celebrada ontem 31 de julho, e Santo Afonso Maria de Ligório, fundador dos Redentoristas, que celebramos neste domingo. Amanhã, dia 02, a Igreja celebra, Santo Eusébio, grande defensor da divindade de Cristo, e no próximo dia 4, São João Maria Vianney, o Cura D'Ars, que guiou com seu exemplo o Ano Sacerdotal, concluído recentemente.

"Esses homens adquiriram um coração sábio, acumulando o que não se corrompe e descartando o que muda ao longo do tempo: o poder, a riqueza e os prazeres efêmeros. Escolhendo Deus possuíram tudo o que foi necessário, saboreando desde a vida terrena a eternidade" – frisou o Santo Padre.

Bento XVI ressaltou que no Evangelho deste domingo, Jesus chama a atenção para a verdadeira sabedoria, sublinhando que o homem insensato como nos fala a Bíblia é aquele que não percebe que tudo na vida passa: juventude, força física e cargos de poder.

"Fazer com que a própria vida dependa das realidades passageiras é tolice. O homem que confia no Senhor, não teme as adversidades da vida e nem a realidade inevitável da morte: é o homem que adquiriu um coração sábio, como os santos" - disse o pontífice.

Enfim, o Papa recordou que amanhã será possível receber a indulgência da Porciúncula ou o "Perdão de Assis", que São Francisco de Assis obteve, em 1216, do Papa Honório III. Lembrou também que na próxima quinta-feira, dia 5, será celebrada a Dedicação da Basílica de Santa Maria Maior, e na sexta-feira, dia 6, aniversário de morte do Papa Paulo VI, se celebrará também a Festa da Transfiguração do Senhor.

A seguir, o Papa concedeu a todos a sua bênção apostólica. (MJ)

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